Fábrica de reciclagem de vidros

Ambev construirá nova fábrica de reciclagem de vidros por R$ 870 milhões

A nova unidade de reciclagem de vidros será construída no Paraná, com início previsto das operações em 2025.

A Ambev (ticker na B3: ABEV3) divulgou que construirá no Estado do Paraná uma nova unidade sustentável de reciclagem de vidros. Entretanto, a cidade onde a sede da nova planta industrial será instalada ainda não foi decida.

Os números envolvidos são bem expressivos. O valor a ser investido na nova unidade será de R$ 870 milhões, gerando cerca de 1.500 empregos diretos durante a fase da obra. A nova fábrica produzirá até 500 milhões de garrafas ao ano para marcas como Stella Artois, Spaten e Becks. Assim como acontece com a fábrica de reciclagem de vidros do Rio de Janeiro, a do Paraná abastecerá outras cervejarias da companhia em outros estados.

Pelo que foi informado pela Ambev, a fábrica produzirá novas garrafas de vidro dos tipos long neck, 300ml, 600ml e 1L reciclando cacos obtidos por empresas parceiras de logística reversa e cooperativas.

Imagem: Divulgação/Ambev

O modelo sustentável dessa unidade se baseia, ainda, na utilização de energia elétrica renovável e na utilização de biocombustível, tratamento dos efluentes (que são os resíduos produzidos pela própria fábrica) e reaproveitamento da água utilizada no processo de produção. Assim, além de incentivar a cadeia de logística reversa e a economia circular, contribui com a redução das emissões de CO2 na atmosfera, o que é bom para o meio ambiente.

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Assim, a ideia é que a fábrica esteja estrutura em volta da meta da companhia que é ter 100% de todos os seus produtos utilizando embalagens retornáveis – ou a grande maioria deles – até o ano de 2025.

Esse ano a empresa inovou ao construir, pela primeira vez no Brasil, uma garrafa utilizando 100% de vidro reciclável.

Na Região Sul, a nova fábrica de reciclagem de vidros se juntará à Cervejaria em Ponta Grossa, no Paraná, e a Maltaria de Passo fundo, no Rio Grande do Sul. Essas últimas duas já conseguiram reduzir, nos últimos cinco anos, suas emissões de gases que provocam o efeito estufa em 90%.

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