Grupo Heineken garrafas expostas

Grupo Heineken fará investimento de R$ 320 milhões em São Paulo

O Gurpo Heineken, segundo maior grupo cervejeiro do mercado brasileiro, fez uma parceria com o Estado de São Paulo para a implementação de práticas ESG em suas fábricas no estado, com investimentos da ordem de R$ 320 milhões.

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ESG é uma sigla em inglês que significa Environmental, Social and Governance (em tradução livre para o português seria algo como meio ambiente, social e governança). Isso corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização.

Além de atender às melhores práticas de sustentabilidade ambiental, o investimento também visa ampliar a produção das fábricas no estado. E nesse caso, a cerveja Heineken 0.0 e as cervejas especiais serão beneficiadas.

Boa parte do investimento será destinado à ampliação da utilização de energia renovável nas caldeiras das plantas das cervejarias da marca localizadas em Itu, Jacareí, Araraquara e Campos do Jordão. Será dada atenção, também, para a utilização eficiente dos recursos hídricos. A empresa tem como meta atingir 100% de utilização de energia renovável em suas fábricas até 2023.

Um outro ponto de destaque será a reutilização do vidro das embalagens da cerveja junto a bares e restaurantes. A marca já rodou um projeto piloto, que iniciou por São Paulo e teve a fase seguinte em Belo Horizonte, onde se utilizou a reciclagem do vidro triturado. A meta do grupo é atingir 100% de suas embalagens dentro do conceito de economia circular até 2025, o que contribui nos seus indicadores de ESG.

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Com esse investimento somando aos já realizados nos últimos três anos, os valores aportados pelo Grupo Heineken passam de R$ 2 bilhões no Estado de São Paulo.

Grupo Heineken focado em boas práticas socioambientais

Energia limpa e renovável

Em outubro do ano passado, a Heineken lançou um projeto que busca facilitar o acesso de bares e restaurantes à energia verde.

O objetivo é levar energia limpa e renovável a 50% dos bares e restaurantes de 19 capitais do Brasil, até 2030. Os estabelecimentos poderão aderir de forma voluntária e gratuita, sem taxas de adesão. Com essa energia, a economia de bares e restaurantes com a conta de energia elétrica pode chegar a 40%.

Imagem de capa: Pixabay

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